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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Marcha em Brasília reúne 20 mil manifestantes e pede investimentos em saúde, educação e reforma agrária


http://www.pstu.org.br/img/px.gifTrabalhadores também exigiram o fim da corrupção no governo, e prisão e confisco dos bens dos corruptos e dos corruptores
*      • A Marcha em Brasília, atividade convocada pela Jornada Nacional de Lutas, reuniu cerca de 20 mil pessoas, segundo os organizadores, com início por volta das 10h e encerramento às 13h30. Trabalhadores de diversas categorias do país participaram da iniciativa, entre eles, metalúrgicos, petroleiros, professores universitários, trabalhadores dos Correios, servidores públicos federais, mineradores, bancários, rodoviários, estudantes, além de integrantes de movimentos populares. Os manifestantes saíram do estádio Mané Garrincha e percorreram as ruas do centro de Brasília finalizando o protesto em frente ao Congresso Nacional.


Audiências - Às 11h houve audiência com o secretário geral da Presidência, Gilberto Carvalho; às 11h30, a audiência foi com o presidente da Câmara Federal, Marco Maia. Às 19h será com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Aires Brito. Nesses encontros os representantes da Jornada Nacional de Lutas levam suas reivindicações a cada um dos órgãos.

Após o encerramento do ato pelo dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luis Carlos Prates, o Mancha, os estudantes se dirigiram para o Ministério da Educação, onde fizeram um ato; os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) foram para o Ministério das Cidades realizar um protesto contra os despejos que vêm ocorrendo no país devido à construção de obras da Copa do Mundo e da Olimpíada. A Via Campesina foi para o Ministério da Comunicação. Cada setor em luta, categorias em campanha salarial, está promovendo uma atividade específica por suas pautas de reivindicações. Às 15h acontece uma plenária pelos 10% do PIB para a Educação já!

De acordo com o dirigente da Secretaria Executiva nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, a presença diversificada de categorias em luta mostrou que é possível organizar mobilizações unitárias que denunciem e apresentem alternativas à política do governo Dilma Rousseff. “É preciso que o governo deixe de governar para empresários, banqueiros e empreiteiros e atenda aos interesses dos trabalhadores do país, direcionando verbas para saúde, educação e transporte públicos, verbas para a reforma agrária”.

O protesto também exigiu o fim da corrupção no governo, e prisão e confisco dos bens dos corruptos e dos corruptores.

Segundo Barela, haverá continuidade dessa iniciativa. Nas próximas semanas acontece nova reunião das entidades que participaram a organização da Jornada Nacional de Lutas, que acontece de 17 a 26 de agosto em todos os estados do país. “O ponto alto da jornada foi a marcha em Brasília, mas antes foram realizadas passeatas, paralisações, assembléias, ocupações de terrenos e de terras e outras atividades em diversas categorias”.

O protesto nacional foi organizado pela CSP-Conlutas e diversas entidades. Entre elas, MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, COBAP – Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Via Campesina, MTL – Movimento Terra, Trabalho e Liberdade, Resistência Urbana, Intersindical, CNESF – Coordenação Nacional das Entidades dos Servidores Federais, CONDSEF – Confederação Nacional dos Servidores Federais, ANDES – Sindicato Nacional, FENASPS – Federação Nacional dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social, SINASEFE – Nacional, ASSIBGE – Sindicato Nacional, CPERS – Sindicato, ANEL – Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre e várias outras entidades de base de vários estados do país.

As bandeiras da Jornada Nacional de Lutas:
- Defesa da aposentadoria e da previdência pública / fim do Fator previdenciário;
- Aumento geral dos salários;
- Redução da Jornada de trabalho sem redução salarial;
- Contra os cortes do orçamento / defesa do serviço público e dos direitos sociais do povo brasileiro / Combate à corrupção;
- Suspensão dos pagamento da dívida externa e interna aos grandes especuladores;
- Em defesa da educaç ão e da saúde pública;
- Em defesa dos servidores públicos;
- Em defesa do direito à moradia digna / Terra para quem nela trabalha, reforma agrária já;
- Nenhum direito a menos / Contra a terceirização e a precarização do trabalho;
- Contra as privatizações / Defesa do patrimônio e dos recursos naturais do Brasil;
- Contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais;
- Contra o novo Código Florestal / Em defesa do meio ambiente;
- Contra toda forma de discriminação e opressão.
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FONTE: www.cspconlutas.org.br

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Luciano Garíglio Cezar está liderando uma manifestação em favor do retorno das mesas e cadeiras nas calçadas, em Raul Soares. Segundo ele, o Movimento propõe a votação de uma lei que regule a colocação dessas mesas e, para mostrar que não está brincando, está convocando as pessoas a comparecerem ao encontro que será realizado nos dias 29 e 30 de julho (sexta-feira e sábado), na Rua Wilson Damião, entre a Estação Rodoviária e a antiga estação da Leopoldina, às 20:00h, em ambas as datas.
Segundo Luciano, a justificativa para essa manifestação é a TRADIÇÃO da cidade em oferecer aos seus cidadãos mesas e cadeiras colocadas no espaço público, bem como o impacto negativo que a proibição está causando em todo o comércio raul-soarense.
Luciano garantiu que a manifestação está sendo realizada com base no direito constitucional à livre manifestação, com prévia notificação às autoridades, e de forma pacífica.
“Se você apoia a volta dessa tradição perdida, venha participar da 1ª manifestação popular em prol do amplo debate para a mudança da lei que hoje inviabiliza a colocação das mesas e cadeiras nas ruas e mexe com todos nós. Não fique calado! Participe!
Nesta sexta-feira, as mesas e cadeiras estarão disponíveis para todos entre a Rodoviária e a antiga estação, a partir das 20hs. O show será a sua presença!
Venha se juntar aos raul-soarenses que amam a sua terra e querem de volta o que sempre motivou esta cidade ostentar o nome de alegre e hospitaleira”.
Fonte: Pascoal Online

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Manifestação dos servidores públicos conquista retomada de negociações com governo.

Servidores públicos de todo país demonstraram a força da categoria na Campanha Salarial  ao reunir, segundo informações das entidades, cerca de 15 mil pessoas em marcha realizada nesta quarta-feira (13) em Brasília.

O dia de luta teve inicio já de manhã, quando aproximadamente mil pessoas organizadas pela CSP-Conlutas e CNESF (Coordenação Nacional das Entidades de Servidores Federais) tomaram o Plenário da Câmara dos Deputados e exigiram a rejeição do  Projeto de Lei 1.992 que permite a aplicação do texto constitucional acabando com a aposentadoria integral para os novos funcionários da União.

 Pressionados pelos servidores, os deputados retiraram o item da pauta de votação e,  além disso, foi marcada uma audiência pública para debater a proposta com data ainda não definida.

 Esta era apenas uma mostra da força da categoria em luta.  A tarde, por volta das 15h, segundo informações das entidades presentes, cerca de 15 mil servidores  tomaram as ruas  de Brasília.

A marcha exigiu do governo Dilma a não aprovação de uma série de projetos que atacam direitos do funcionalismo, entre eles a previdência complementar, na qual o contribuinte sabe quanto paga, mas não sabe quanto receberá ao se aposentar, a demissão por insuficiência de desempenho, o congelamento salarial por 10 anos, o  direito de greve no serviço público, dentre outros.

A marcha seguiu até o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, onde os servidores realizaram um ato  enquanto  aguardavam o começo da audiência com a ministra Miriam Belchior marcada para o mesmo dia.

A CSP-Conlutas marcou presença com faixas e bandeiras. Bonecos   levados pelo Sindsef/SP, filiado à  Central, chamaram a atenção durante a passeata.

“A grande vitória do movimento dos servidores públicos federais foi construir essa manifestação unitária que mostrou capacidade de lutar para arrancar as suas reivindicações. Nosso desafio, agora, é manter e fazer crescer ainda mais essa mobilização”, destacou a presidente do ANDES-SN,  Marina Barbosa Pinto, da Executiva nacional da CSP-Conlutas.

Participaram da reunião representantes das 26 entidades que compõem o Fórum dos Servidores Públicos Federais.  A interlocução foi feita por seis entidades, entre as quais a CSP-Conlutas .  Os representantes dos servidores apresentaram a pauta de reivindicações e na ocasião foram bastante insistentes para a revogação da MP 520 que leva a privatização dos hospitais universitários. Além disso, apresentaram  a necessidade do cumprimento de acordos salariais passados e de um processo de negociações concreto em torno de reposição salarial. Uma vez que a inflação foi de quase 7% no ano passado com  perspectiva  para  ficar nesse mesmo patamar em 2011.

O membro da CSP-Conlutas, Paulo Barela, presente na reunião, informou que a ministra  iniciou sua fala salientando que servidores públicos vivem hoje uma situação bem diferente de 2003 quando o presidente Lula assumiu,  e que portanto as iniciativas do campo da administração publica,  levarão em consideração essa realidade.  Para Barela ao dizer isso, a ministra demonstrou que não que abrirá concessões. “Por isso, teremos que nos preparar para resistir aos ataques que já se apresentam contra os servidores e tentar avanças nas suas reivindicações”, salientou.

Barela enfatiza, no entanto que foi um avanço a reunião com a ministra. “Deve-se reconhecer que foi uma vitória do movimento o Ministério ter recebido as entidades. Por outro lado também é importante ressaltar  que como resultado dessa reunião, foi marcada uma nova reunião com a Secretaria de Relação de Trabalho  para tratar de assuntos do funcionalismo”, informou.

Essa reunião vai ser realizada com as 26 entidades do Fórum e o secretario Duvanier Paiva na próxima segunda feira (18) às 15h. Objetivo do encontro  é estabelecer uma agenda para negociação das reivindicações do funcionalismo.
Segundo Marina, a reunião de segunda-feira será decisiva para que o governo coloque em prática seu compromisso de negociar com os servidores públicos federais. “É necessário que [o governo] enfrente a pauta e estabeleça uma agenda clara, com prazos definidos. E, para provocar isso, nós sabemos que teremos que estar nas ruas”, acrescentou.

Barela reforçou a necessidade de construir uma forte mobilização no dia 28 nos estados e construir um calendário que aponte para continuidade do processo até aqui desenvolvido.