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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Professores em vigília na ALMG ficam sem água e acesso aos banheiros da Casa
Os professores que fazem vigília na porta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, devido à greve que completa hoje 109 dias ficaram sem água e acesso aos banheiros externos da ALMG neste sábado (24). Os dois professores fazem greve de fome há seis dias estavam no local e também tiveram transtornos por causa da privação. “A sorte é que tínhamos nossas garrafinhas de água na reserva”, afirmou o técnico em educação Abdon Geraldo Guimarães, de Varginha, no Sul de Minas - que há quase uma semana só bebe água.
O educador contou que só foram avisados formalmente da falta d’água pelos funcionários da ALMG, quando já haviam notado a ausência da distribuição. “Ficamos a manhã inteira sem poder usar os banheiros. É um absurdo não terem avisado a gente que ia faltar água aqui”, indignou-se Abdon. A distribuição só foi normalizada às 15h, segundo o grevista. Guimarães contou que algumas pessoas chegaram a usar os banheiros por não saberem do problema na distribuição. "É complicado, né? A gente não tinha como fazer as nossas necessidades fisiológicas", disse.
Segundo o deputado estadual Rogério Correia (PT) foi feita uma limpeza na caixa d’água da ALMG e, que por isso, a distribuição de água ficou comprometida. “Espero que tenha sido coincidência (a falta d’água durante o período de vigília dos professores), não quero fazer juízo de valor”, afirmou o deputado. Segundo o parlamentar, um médico tem avaliado diariamente os professores que fazem greve de fome.
Pelo twitter, vários usuários comentaram o fato. O usuário @ezequialdias comentou "Água na ALMG foi cortada ... coitado dos nossos colegas que estão em vigília... Ajude-os!". A internauta @marizapaiva também denunciou a falta de água na Casa Legislativa de Minas. @marizapaiva "Governo corta água na ALMG onde os professores fazem vigília. Greve/108 dias". O deputado Rogério Correia (PT), também se manifestou na rede social: @rogeriocorreia_ Vou acionar apoio. RT@mcriscostabh "Água na ALMG foi cortada...coitado (sic) dos nossos colegas que estão em vigília...Ajude-os!".
A reportagem tentou fazer contato com a assessoria da ALMG, mas não obteve retorno.
Fonte: O Tempo
terça-feira, 20 de setembro de 2011
"Ataque" de zumbis ao Ministerio do Trabalho em Osasco
São Paulo - Trabalhadores fizeram uma manifestação inusitada contra a falta de estrutura do Ministério do Trabalho para fiscalizar condições de saúde e segurança nas empresas de Osasco (SP), na região oeste da região metropolitana da capital. Os manifestantes protestaram fantasiados de zumbis, na quinta-feira (1º), organizados por meio do Conselho Intersindical de Saúde e Seguridade Social de Osasco e Região (CISSOR). O alvo do "ataque" foi a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo (SRTE/SP).
Aproximadamente 300 manifestantes, o movimento começou às 8h na Estação Central de Osasco. Segundo a organização, as fantasias "são uma caricatura que representa bem o quadro preocupante que se instala nas empresas pela falta de fiscalizações do Ministério do Trabalho na questão da saúde e segurança". A manifestação terminou com a entrega de um documento ao superintendente substituto da SRTE/SP, Makoto Sato, cobrando soluções para o problema.
Publicado por Guilherme Amorim, Rede Brasil Atual - 02/09/2011 12:00
Aproximadamente 300 manifestantes, o movimento começou às 8h na Estação Central de Osasco. Segundo a organização, as fantasias "são uma caricatura que representa bem o quadro preocupante que se instala nas empresas pela falta de fiscalizações do Ministério do Trabalho na questão da saúde e segurança". A manifestação terminou com a entrega de um documento ao superintendente substituto da SRTE/SP, Makoto Sato, cobrando soluções para o problema.
Publicado por Guilherme Amorim, Rede Brasil Atual - 02/09/2011 12:00
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
"Professores em greve até a conquista do Piso Salarial Nacional. "
Gilvander L. Moreira[1]
Hoje, dia 15 de setembro de 2011, o dia amanheceu nublado em Belo Horizonte. À tarde, com clima fresco, sob nuvens que anunciam que a chuva está se aproximando, as/os professoras/res da Rede Estadual de Educação do Estado de Minas Gerais, em greve há 100 dias, realizaram a 13ª Assembleia Geral Estadual e, esbanjando garra na luta, decidiram continuar por tempo indeterminado a greve iniciada dia 8 de junho último. O grito geral era “é greve, é greve, é greve, até que o Anastasia pague o que nos deve: o Piso Salarial Nacional.”
A greve não é mais só dos professores. Está se tornando uma greve de toda a classe trabalhadora, dos movimentos sociais populares do campo e da cidade, de muitos outros sindicatos e de todas as pessoas de boa vontade. Está se construindo em Minas um sentimento e um compromisso que grita “mexeu com os professores, mexeu comigo...” E por extensão: “Mexeu com Sem Terra, com atingidos por barragens, com as mulheres vítimas de violência e do machismo, com os homossexuais, com os negros, com os trabalhadores da saúde, com os carteiros ..., mexeu comigo, melhor dizendo, mexeu com todos nós.”
Ao conclamar os milhares de professoras/res e apoiadoras/res que participavam da Assembleia Geral para juntos, de mãos erguidas, com fé e esperança, rezarmos um Pai Nosso, a oração da fraternidade, refletimos: O tempo mudou. Está nublado. Uma chuva de justiça está sendo conquistada na luta. A fome e a sede de justiça nos levam a lutar até a conquista do Piso salarial Nacional, Lei Federal 11.738/08. A luz e a força divina do Deus da vida brilham em todos que lutam por respeito à dignidade humana também na educação. Acorrentados estão não só os 40 professores que ficaram o dia inteiro amarrados na Praça Sete. Os mais de 200 mil professores de Minas estão lutando para quebrar as correntes invisíveis que os acorrenta: salários injustos e péssimas condições de trabalho. Sem piso, as/os educadoras/res ficam no ar. Não dá para ter paz de espírito e desempenhar uma missão tão nobre que a de educar os futuros adultos.
Há várias passagens bíblicas que podem nos inspirar. Por exemplo, quando estava oprimido pelo império dos faraós no Egito, após amargarem uns 500 anos de opressão, sob a liderança das parteiras (Movimento de mulheres), o povo resolveu fazer desobediência civil e religiosa. Não obedeceram a um decreto de um faraó que mandava matar os meninos no momento do nascimento. Tornou, assim, possível o nascimento de Moisés e de tantas outras crianças revolucionárias. O povo partiu para a liberdade. Quando chegou diante do mar vermelho, houve um impasse. Na frente, o mar; detrás, tropa de choque do Faraó, querendo trazer o povo de volta para o cativeiro. Moisés, Mirian, as parteiras e as mulheres educadoras bradaram ao povo que hesitava: não tenhamos medo! Nenhum passo atrás! Vamos dar um passo adiante! O povo deu um passo adiante, o mar vermelho se abriu e o povo partir para a liberdade. O medo foi vencido pelo povo que lutava unido e organizado. Povo que tinha fé no Deus da vida, fé em si mesmo e nos pequenos.
Deus disse a Moisés: pegue esta cobra pela cauda. Moisés vacilou. Deus insistiu. Moisés adquiriu coragem e pegou a cobra pela cauda. A cobra se transformou num bastão, com o qual Moisés bateu no mar e o mar se abriu, bateu na rocha e dela saiu água. Assim aconteceu com Moisés, com Arão e com tantos do passado. Assim, o que era obstáculo se transformou em instrumento de libertação. O que parece impossível à primeira vista se torna possível quando se luta com fé e firmeza.
É hora de seguirmos o exemplo de tantos, de perto e de longe, do passado e do presente. Os bombeiros do Rio de Janeiro, mesmo encurralados pela tropa de choque, preferiram ser presos em número de 430, mas não desistiram da luta. Estão conquistando palmo a palmo seus direitos. O pequeno grupo de Sierra Maestra, sob a liderança de Fidel Castro e Che Guevara, conseguiu derrubar a ditadura de Fulgêncio Batista e construir uma sociedade socialista. As madres da Praça de Maio, em Buenos Aires, entraram para a história. Conquistaram o julgamento e prisão de muitos generais que torturaram e desapareceram seus 30 mil filhos. Os povos da Bolívia, do Paraguai, da Venezuela e ... meteram o pé no barranco e estão transformando seus países, construindo justiça social.
É uma injustiça que clama aos céus o Governo de Minas (PSDB + DEM) pagar como vencimento básico somente 369,00 para professora de nível médio por 24 horas; somente 550,00 (quase 1 salário-mínimo) para professor/a que tem um curso universitário e só agora, pressionado, prometer pagar só 712,00 (só a partir de janeiro de 2012) para todos os níveis, inclusive para educador/a com mestrado e doutorado. Insistir em política de subsídio é continuar tratando a educação como mercadoria e matar a conta-gota a categoria dos professores. Será que vão querer, em breve, privatizar também a educação de 1º e 2º graus?
E o cumprimento da Lei Federal 11.738/08? Essa lei prescreve piso salarial de 1.187,00, segundo o MEC[2] e 1.591,00, segundo a CNTE[3]. O STF já definiu que piso salarial é vencimento básico. Logo, os artifícios e sofismas que tentam driblar a lei são mentiras. O vencimento básico (piso) de um policial civil é 2.141,00. Mesmo assim, os 9 mil policiais de Minas estão na iminência de retomar o estado de greve porque reivindicam, entre tantos direitos um salário em torno de 4.000,00, o que é justo. Os mais de 30 mil trabalhadores do setor de saúde também estão na iminência de entrar em greve.
O governo de Minas diz que não tem dinheiro para pagar o piso nacional. Isso não convence, porque há montanhas de dinheiro para se construir obras faraônicas – Cidade Administrativa e “estrutura para a COPA” – e para o agronegócio. As mineradoras, por exemplo, são praticamente isentas se impostos, pois, com a Lei Kandir, exportam as montanhas de Minas (trens e mais trens abarrotados de minério), dizimam as nascentes de água e não deixam quase nada de impostos para o Estado.
Enfim, obrigado professores que obstinadamente seguem lutando, em greve, há mais de 100 dias. Vocês estão nos dando uma grande aula de cidadania e estão ajudando a reunir todos os segmentos marginalizados pelo jeito neoliberal-empresarial de governar. Minas Gerais e Belo Horizonte não são empresas. A prioridade na gestão pública deve ser o povo e não o capital.
[1] Frei e Padre Carmelita, mestre em Exegese Bíblica/Ciências Bíblicas, assessor da CPT, CEBI, CEBs, SAB e Via Campesina; e-mail: gilvander@igrejadocarmo.com.br – www.gilvander.org.br – facebook: gilvander.moreira – www.twitter.com/gilvanderluis".
Fonte: Blog do Euler
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Trabalhadores dos Correios deflagram greve contra a proposta rebaixada da empresa
Greve por tempo indeterminado! Essa foi a resposta que os trabalhadores dos Correios deram à direção da empresa na noite desta terça-feira (13), em assembléias realizadas por todo país. A categoria deixou explicito que não aceitará a proposta rebaixada da ECT (Empresa de Correios e Telégrafos) de apenas R$ 800 de abono sem aumento real.
Para um dos representantes da FNTC (Frente Nacional dos Trabalhadores dos Correios), que faz oposição à Fentect, Geraldo Rodrigues, o Geraldinho, a empresa, após 50 dias de enrolação, acreditou que propondo um abono de R$ 800, a se pago na sexta-feira próxima, dia 16/09, iria desmobilizar os trabalhadores e evitaria a paralisação. “A ECT quebrou a cara, a categoria não só repudiou a proposta da empresa como demonstrou nas assembléias que não vai aceitar proposta rebaixada”, enfatizou Rodrigues.
Segundo o membro da FNTC, os sindicatos governistas ligados à CUT e à CTB, pressionados pela a categoria, tiverem de dar um “giro à esquerda” e radicalizar. “Sabemos que vão tentar acabar com a greve o mais rápido possível. Os sindicatos da FNTC foram os primeiros a decretar a greve e rejeitar a proposta rebaixada da empresa e seguiremos com esta postura até que nossas reivindicações sejam atendidas”, finalizou.
A empresa até o momento não apresentou nova proposta para a categoria. Nesta quarta-feira (14) acontece nova assembleia nacional para dar encaminhamentos à greve.
Com informações de Geraldo Rodrigues membro da FNTC
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Sind-UTE/MG avalia o pronunciamento do Governo feito nesta segunda 29/08 à imprensa
O Governador do Estado convocou uma coletiva com a Imprensa para às 10 horas desta segunda-feira (29/8). Na verdade, não foi uma coletiva e sim um pronunciamento, uma vez que os jornalistas não tiveram o direito de fazer nenhuma pergunta. No pronunciamento, o Governador abordou questões que não significaram nenhuma novidade como as questões abaixo:
Anúncio do Governador: 62% da categoria optou pelo subsídio.
Observação do Sind-UTE/MG: dos 398 mil cargos da educação, apenas 200 mil tiveram o direito de opção entre as formas de remuneração. Destes, 153 mil saíram do subsídio. Portanto, não se pode afirmar que 62% optaram pelo subsídio, porque o Estado não deu o direito de opção a todos os servidores da educação.
Anúncio do Governador: A decisão do STF não muda em nada a nova sistemática de remuneração em Minas Gerais.
Observação do Sind-UTE/MG: O Estado de Minas não paga o Piso Salarial Profissional Nacional determinado pela Lei Federal 11.738/08. Conforme julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), publicado no dia 24/08, "é constitucional a norma geral federal que fixou o Piso Salarial dos professores do ensino médio com base no vencimento e não na remuneração global." O Subsídio, forma de remuneração implantada em Minas Gerais, não é Piso Salarial, mas remuneração global, conforme descrito nos artigos 2º e 3º da Lei Estadual 18.975/10.
Anúncio do Governador: O Sindicato reivindica 300% de reajuste.
Observação do Sind-UTE/MG: A reivindicação da categoria é o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional, instituído pela Lei Federal 11.738/08. O governador não recebeu reivindicação de 300% de reajuste e sim de cumprimento da Lei do Piso.
Anúncio do Governador: A adesão à greve é de 20%.
Observação do Sind-UTE/MG: A greve atinge 50% do Estado. A estratégia de minimizar o movimento não é o melhor instrumento para resolver o conflito em questão.
Anúncio do Governador: Pedirá ao Ministério Público que agende nova reunião para dialogar com o Sindicato.
Observação do Sind-UTE/MG: Estamos abertos ao diálogo. Na semana passada, antecedendo à Assembleia Estadual do dia 24/08, o Sindicato procurou diversas vezes o Ministério Público, sem conseguir o agendamento de reunião.
Anúncio do Governador: Os alunos não serão prejudicados.
Observação do Sind-UTE/MG: Se o governo acha que contratar pessoas sem formação para responder pelo processo de ensino aprendizagem dos alunos não traz prejuízo ou que 83 dias de greve já não causou enorme prejuízo a todos, não sabemos o que, na visão do governo, causaria prejuízo.
Nesta segunda-feira o Sind-UTE/MG entrega um dossiê da educação mineira e das relações de trabalho a representantes da Organização Internacional de Trabalho (OIT).
Nova assembleia da categoria esta acontecendo hoje dia 31/08, 14 horas, no pátio da Assembleia Legislativa.
sábado, 13 de agosto de 2011
Escola Estadual Professor Ernesto de Melo Brandão, de Granada, contrata novos professores para substituir os que estão de greve.
A Escola Estadual Professor Ernesto de Melo Brandão em Granada, irá contratar novos professores para assumirem os cargos dos grevistas por tempo indeterminado.
Esta autorização partiu do próprio governo, para pressionar os educadores da rede estadual que ainda permanecem em greve desde o dia 08 de junho de 2011. A continuação da greve tem gerado muitos conflitos no Distrito de Granada, assim como nas cidades que aderiram tambem ao movimento, e ainda tem escolas que resolveram entrar em greve agora em agosto, .Caso o governador não pronuncie a favor desta luta, a greve perdurará até dezembro, segundo os participantes das manifestações.continue lendo/ Fonte: Amodig
O Sinds-Raul é solidário aos Professores de Granada
Apoiamos todos aqueles que exercem seus direitos em busca de justiça!
Sigam Firmes companheiros!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Profissionais em Educação da rede federal entram em greve a partir de 1º de agosto
O Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), fechou neste sábado (16 de julho) os últimos preparativos para a deflagração da greve em suas bases a partir de 1º de agosto. Nas votações, não houve delegados/as contrários à deflagração do movimento grevista dos trabalhadores e trabalhadoras da educação que atuam nas instituições da rede federal de ensino (Institutos Federais de Educação, CEFET’s, Colégio Pedro II, e outros).
A plenária contou com a participação de 40 seções e/ou sindicatos, 54 delegados/as e 31 observadores/as, também estiveram presentes representantes da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (FASUBRA), Luiz Antônio, e da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF), Neide Solimões. Com a pauta voltada apenas para a greve, os informes e a análise de conjuntura tiveram falas esclarecedoras sobre o tema. A Direção Nacional informou sobre as audiências realizadas com o governo (MEC e MPOG), onde não foram apresentadas respostas formais à pauta de reivindicações protocolada em 17 de maio de 2011. O debate principal, com objetivo de organizar os detalhes para a greve, teve boa participação de delegados/as e observadores/as, que apresentaram sugestões de atividades de greve que refletem as necessidades de cada base representada.
Confira os encaminhamentos da 101ª PLENA do SINASEFE a respeito da greve:
GREVE
1. Deflagrar a greve nas bases do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) em 1º de agosto de 2011, com a realização de rodadas de Assembleias nas Bases para esta deflagração até o dia 10 de agosto de 2011. As bases que não conseguirem a deflagração até o dia 10 receberão todo apoio da Direção Nacional e do Comando Nacional de Greve para conseguirem fazê-lo mesmo depois desse período;
2. Realizar a 102ª PLENA do SINASEFE dias 20 e 21 de agosto de 2011 para avaliar e dar continuidade à construção da greve.
3. COMANDO NACIONAL DE GREVE DO SINASEFE:
O Comando Nacional de Greve do SINASEFE (CNG) será instalado dia 10 de agosto de 2011.
Sua composição se dará com um/a representante indicado/a por cada base em greve. A Direção Nacional vai custear as despesas de alimentação e hospedagem de todos/as. E no caso das seções com até 200 filiados/as irá custear também as despesas com o deslocamento para Brasília;
A 101ª PLENA decidiu encaminhar sugestões de atividades para que o Comando Nacional de Greve venha debater e implementar (manifestações, panfletagens, estratégias de comunicação, etc);
Durante a greve é o Comando Nacional de Greve do SINASEFE quem tomará as decisões relativas à greve. A Direção Nacional permanece à frente da entidade nas questões administrativas, com a Coordenação Geral participando do Comando e das negociações da greve;
4. PAUTA DE REIVINDICAÇÕES:
Incluir na pauta de reivindicações do SINASEFE o reajuste emergencial de 14,67% (inflação – IPCA – + variação do PIB); e
A destinação de 10% do PIB para a Educação Pública;
5. MATERIAL DE COMUNICAÇÃO DA GREVE:
Boletim de construção da Greve;
Cartilha da Greve (tratando do direito à greve para servidores em estágio probatório e profissionais com contrato temporário);
Carta Aberta à População e às Comunidades Escolares falando dos motivos da Greve e das nossas reivindicações;
Ofício à Ministra do Planejamento e Ministro da Educação, bem como aos Reitores e Diretores Gerais de Campis, para atender às determinações do STF sobre o direito de greve e as necessidades essenciais de setores públicos;
A DN irá elaborar e enviar todo o material até o final do mês de julho para que as Bases possam dar ampla divulgação;
O SINASEFE irá usar a internet e as Redes Sociais para divulgação da greve
Fonte: SINASEFE
A plenária contou com a participação de 40 seções e/ou sindicatos, 54 delegados/as e 31 observadores/as, também estiveram presentes representantes da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (FASUBRA), Luiz Antônio, e da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF), Neide Solimões. Com a pauta voltada apenas para a greve, os informes e a análise de conjuntura tiveram falas esclarecedoras sobre o tema. A Direção Nacional informou sobre as audiências realizadas com o governo (MEC e MPOG), onde não foram apresentadas respostas formais à pauta de reivindicações protocolada em 17 de maio de 2011. O debate principal, com objetivo de organizar os detalhes para a greve, teve boa participação de delegados/as e observadores/as, que apresentaram sugestões de atividades de greve que refletem as necessidades de cada base representada.
Confira os encaminhamentos da 101ª PLENA do SINASEFE a respeito da greve:
GREVE
1. Deflagrar a greve nas bases do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) em 1º de agosto de 2011, com a realização de rodadas de Assembleias nas Bases para esta deflagração até o dia 10 de agosto de 2011. As bases que não conseguirem a deflagração até o dia 10 receberão todo apoio da Direção Nacional e do Comando Nacional de Greve para conseguirem fazê-lo mesmo depois desse período;
2. Realizar a 102ª PLENA do SINASEFE dias 20 e 21 de agosto de 2011 para avaliar e dar continuidade à construção da greve.
3. COMANDO NACIONAL DE GREVE DO SINASEFE:
O Comando Nacional de Greve do SINASEFE (CNG) será instalado dia 10 de agosto de 2011.
Sua composição se dará com um/a representante indicado/a por cada base em greve. A Direção Nacional vai custear as despesas de alimentação e hospedagem de todos/as. E no caso das seções com até 200 filiados/as irá custear também as despesas com o deslocamento para Brasília;
A 101ª PLENA decidiu encaminhar sugestões de atividades para que o Comando Nacional de Greve venha debater e implementar (manifestações, panfletagens, estratégias de comunicação, etc);
Durante a greve é o Comando Nacional de Greve do SINASEFE quem tomará as decisões relativas à greve. A Direção Nacional permanece à frente da entidade nas questões administrativas, com a Coordenação Geral participando do Comando e das negociações da greve;
4. PAUTA DE REIVINDICAÇÕES:
Incluir na pauta de reivindicações do SINASEFE o reajuste emergencial de 14,67% (inflação – IPCA – + variação do PIB); e
A destinação de 10% do PIB para a Educação Pública;
5. MATERIAL DE COMUNICAÇÃO DA GREVE:
Boletim de construção da Greve;
Cartilha da Greve (tratando do direito à greve para servidores em estágio probatório e profissionais com contrato temporário);
Carta Aberta à População e às Comunidades Escolares falando dos motivos da Greve e das nossas reivindicações;
Ofício à Ministra do Planejamento e Ministro da Educação, bem como aos Reitores e Diretores Gerais de Campis, para atender às determinações do STF sobre o direito de greve e as necessidades essenciais de setores públicos;
A DN irá elaborar e enviar todo o material até o final do mês de julho para que as Bases possam dar ampla divulgação;
O SINASEFE irá usar a internet e as Redes Sociais para divulgação da greve
Fonte: SINASEFE
sábado, 4 de junho de 2011
Bombeiros do RJ são presos violentamente; imediata libertação
O governador Sergio Cabral mandou prender 2.000 bombeiros no Rio de Janeiro, que ocuparam ontem à noite o Quartel Central dos Bombeiros, com esposas e crianças. Hoje, às 6h10, o BOPE invadiu o local usando bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo e prendeu 439 bombeiros. Uma criança de dois anos foi hospitalizada por ter inalado gás.
Após quase um mês em greve, os bombeiros haviam suspendido a paralisação e aguardavam uma negociação com o governo por melhores condições de trabalho e reajuste salarial, uma vez que recebem o piso mais baixo do país, R$ 986,00. Eles reivindicam R$ 2 mil de salários.
O Sinds-Raul e a CSP-Conlutas repudiam veementemente esse ato arbitrário e violento do governo do Rio de Janeiro. Os bombeiros prestam um serviço essencial à sociedade e de risco, por isso não podem receber salários aviltantes e trabalhar em péssimas condições.
Exigimos a imediata libertação dos presos e nenhuma punição aos bombeiros em luta; abertura de negociação, com o atendimento das reivindicações da categoria.
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