quinta-feira, 11 de julho de 2013

A IMPORTANCIA DA SUA PARTICIPAÇÃO NO SINDS-RAUL

Uma entidade classista precisa de pessoas inovadoras, ousadas, e que queiram moldar para mudar. Pois todos os direitos trabalhistas que foram conquistados até hoje, partiram de boas pessoas com grandes idéias unidas pelo mesmo objetivo-valorização e respeito ao trabalhador-. Por isso faz-se necessário sua participação no SINDS-RAUL.
 Se você é uma pessoa idealista e acredita que o povo tem poder e pensa que o funcionário público merece mais valorização pelo seu trabalho....
Se você acredita que suas idéias devem ser ouvidas, pois farão à diferença....
Venha compartilhar conosco suas idéias, pois nada resolve uma mente brilhante silenciosa.
SE VOCÊ TEM IDEIAS BOAS NÃO AS GUARDE DENTRO DA CABEÇA.
 Segundo MARTIN LUTHER KING, “o que me preocupa não é o grito dos maus. É o silencia dos bons”.

 FILIE-SE AO SINDS-RAUL E VENHA FAZER A DIFERENÇA!!!!!

sábado, 29 de junho de 2013

SINDSRAUL Promove Assembléia e servidores aprovam proposta para pagamento do salário de dezembro de 2012.

Aconteceu ontem, 28 de junho, uma Assembléia Geral dos Servidores Municipais na Câmara de Raul Soares, organizada pelo SINDSRAUL, onde foi discutido  assuntos referentes ao atraso do pagamento de dezembro de 2012 e a forma que o mesmo seria pago.
A Assembléia contou com a participação de um grande número de servidores, que lotaram o salão e até as escadas da Câmara Municipal.

Estiveram presentes o prefeito Célio Nesce e seu vice Laudácio Lasmar, acompanhados de sua equipe jurídica e contábil, os vereadores Ramiro Grossi, Eimard, Roberto Pires, Zezé da Farmácia, Cleusa (Nininha), Eder Sebastião, Toiota, e o Presidente da Câmara José Maria Peixoto, além de toda imprensa local.
Após a exposição de fatos sobre a situação financeira apresentada pela equipe jurídica e contábil da prefeitura, o prefeito Célio Nesce apresentou proposta de pagamento em 12 parcelas, segundo ele seria a única forma de não comprometer as contas de sua gestão, prejudicando o pagamento dos salários atuais e o 13º desse ano.

Essa proposta não é a que  gostaríamos de ter ouvido, os servidores esperavam um número menor de parcelas.  Ouve varias discussões, o Presidente do SINDSRAUL abriu a palavra aos servidores e vereadores presentes para que todos pudessem expor suas opiniões. O Professor Neudimar Moreira proferiu um discurso emocionante apresentando sua indignação, diante da situação em que se encontra o funcionalismo municipal de Raul Soares e foi longamente aplaudido.
Logo após foi colocado em votação e a proposta do Prefeito Célio foi aceita pela maioria dos Servidores.
O SINDSRAUL conseguiu acrescentar à proposta, que os valores serão pagos atualizados e com os juros legais acrescentados às parcelas e que caso haja possibilidade que o executivo comprometa- se a adiantar essas parcelas logo no inicio de 2014, levando em consideração que no inicio do ano é o período em que a arrecadação da prefeitura é maior.

A assembléia ocorreu de forma tranqüila e civilizada, os servidores participaram de forma democrática e ordeira, deixando claro mais uma vez que o diálogo é a melhor forma de se chegar à solução de nossos problemas.
Parabéns aos servidores que participaram da comissão de negociações em especial às professoras Letícia Zinato e Flaviane, à Secretária Amanda Martins, a todos os motoristas, aos demais membros da Diretoria do SINDSRAUL e ao vereador Ramiro Grossi que mais uma vez deixou claro seu apoio incondicional aos servidores.


Neste ano de 2013 nosso Sindicato já conseguiu diversas conquistas para os servidores, no inicio do ano tivemos reajuste linear de 9%, coisa que há tempos não acontecia, em diversas cidades os servidores conseguiram aumento de no máximo 6,3% e apenas para aqueles que recebem salário mínimo,  conseguimos negociar o pagamento integral do 13º salário de 2012, promovemos várias reuniões entre o executivo e as diversas categorias como os Motoristas e  Agentes de Epidemiologia afim de adequação do piso salarial e melhores condições de trabalho entre outras.
Sabemos que temos muito trabalho pela frente como a luta pelo piso salarial dos professores, reforma do plano de cargos e salários, adequação do estatuto dos servidores, incorporação das gratificações, construção da sede do SINDSRAUL, entre tantas outras. Para que tudo isso aconteça precisamos continuar no caminho que estamos que é a união cada vez maior de nossa classe.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Reunião da Comissão de negociação

Acontecera hoje 08/05 às 17:30 horas uma reunião com a comissão representativa do servidores municipais formada na última assembléia do SINDSRAUL para dar inicio às negociações do pagamento da folha de Dezembro de 2012. A comissão é formada por 12 membros sendo um representante de cada área como saúde, educação, garis, contratados, motoristas, diretores do SINDSRAUL entre outros.
O Objetivo é apresentar ao prefeito Célio, a proposta votada na assembléia dos servidores que consiste em parcelar a folha em 2 vezes ou aguardar mais 60 dias e receber o valor integral assim como aconteceu com 13º salário também de 2012 que foi pago em abril de 2013.

Esperamos sair da reunião com boas noticias para os servidores. 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Professores das redes estadual e municipal de SP decidem por greve



Os professores das redes estadual e municipal deram a resposta ao prefeito Fernando Haddad (PT) e ao governador Geraldo Alckmin (PSDB): é greve por tempo indeterminado. Ambas as categorias não aguentam mais o descaso desses governos com a educação, os baixos salários e precarização no setor.  Mostraram isso, em assembleias que reuniram milhares de profissionais da rede de ensino.

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Assembleia dos professores municipais

Nesta sexta-feira (3), primeiro dia da greve dos professores da rede municipal de São Paulo, mais de 6 mil pessoas ocuparam a frente da Prefeitura de São Paulo, no viaduto do Chá, região central da cidade, e votaram, por ampla maioria, a continuidade da paralisação.

A categoria rechaçou a proposta apresentada pelo governo que prevê aumento de apenas 0,82% de reajuste real já que os 10,19% de reajusta já estava previsto por Lei conquistada na gestão do prefeito anterior.

A próxima assembleia da categoria será realizada na quarta-feira (8).

A dirigente do Simpeem (Sindicato dos Professores em Educação da Rede Municipal de São Paulo) e militante da CSP-Conlutas, Maria de Lourdes, saudou a todos os professores e destacou que a continuidade da greve representava uma grande vitória. “Agora, temos que ir para as escolas e levar para os nossos colegas a importância de todos aderirem ao movimento. Hoje somos 6 mil, mas na próxima quarta seremos 12 mil. Vamos desafiar o prefeito a apresentar uma proposta decente para os professores”, disse.

Professores estaduais reivindicam unidade com a greve dos municipais – Em greve há mais de 15 dias, os professores estaduais de São Paulo, também realizaram uma assembleia nesta sexta-feira. Mais uma vez, lotaram o vão do Masp com mais de 20 mil professores e votaram, por unanimidade, a continuidade da greve.

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Assembleia dos professores estaduais

Os professores gritavam palavras de ordem para que o ato na Paulista se unificasse com o dos professores municipais, que, assim como os estaduais, sairiam em passeata rumo à Praça da Republica.

O membro da Apeosp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) e também dirigente da CSP-Conlutas, João Zafalão, também chamou a unidade. “Nós vamos lutar contra o Alckmin e também vamos enfrentar o governo municipal, vamos unificar as lutas para arrancarmos nossas revindicações e fortalecemos nossa mobilização”, salientou Zafalão.

Após a insistente reivindicação da assembleia para que os atos fossem unificados, os professores seguiram em marcha até a Praça da República.

A próxima assembleia dos professores estaduais será na sexta-feira (10) no vão do Masp.

Fonte: CSP-Conlutas

segunda-feira, 29 de abril de 2013

1ª Festa dos Servidores Públicos Municipais de Raul

Irá acontecer neste 1º de Maio à partir das 17 hs na Praça da Cultura, a 1ª Grande Festa dos Servidores Municipais de Raul Soares. teremos Sorteios de prêmios para os sindicalizados como liquidificadores, sanduicheiras, secadores de cabelo, ferros de passar entre outros, teremos também pula-pula e piscina de bolinhas para a criançada, delicioso Feijão Tropeiro, além de um Grande Show com Douglas e Cláudio animando a galera!

Você não pode perder! Venha e traga toda a familia!

ASSEMBLÉIA GERAL NESTA TERÇA, 30/04

O SINDS-RAUL convida todos os Servidores Municipais a participarem da Assembléia Geral da categoria que acontecerá nesta terça, 30/04, a partir das 19Hs no salão da Câmara Municipal de Raul Soares. Na oportunidade serão tratados assuntos referentes ao pagamento dos salários de Dezembro de 2012 entre outros de interesse da categoria.
Participe!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Marcha reúne 20 mil em Brasília e SINDSRAUL esteve presente!

Considerada uma vitória da classe trabalhadora brasileira, Marcha denuncia os ataques do governo aos direitos trabalhistas e a situação de precariedade vivida em todo país

Representantes do campo e da cidade, servidores públicos federais e da iniciativa privada, do setor petroleiro, gráficos, metalúrgicos. Jovens, aposentados, índios, negros, homoafetivos, homens, crianças e mulheres. Integrantes de movimentos de luta pela terra, pela reforma agrária e contra o capitalismo.  Ao todo, mais de 20 mil pessoas marcharam na Esplanada dos Ministérios na manhã desta quarta-feira (24), unidas em uma única voz: não ao ataque aos direitos dos trabalhadores!
 A passeata teve como principais bandeiras: Contra o Acordo Coletivo Especial (ACE), que substitui o legislado pelo negociado; Pela revogação da Reforma da Previdência de 2003, patrocinada pelo Mensalão; Contra o Fator Previdenciário e contra a tentativa do governo substituí-lo pela Fórmula 85/95 e 95/105, que pretende aposentar os trabalhadores cada vez mais tarde; Por uma política salarial para os Servidores Federais que estabeleça uma data base e o reajuste anual; entre outras demandas do movimento.
Durante a passeata assinaturas foram colhidas junto à população pela revogação da Reforma da Previdência patrocinada pelo Mensalão obtendo os votos de parlamentares corruptos, comprados dentro do Congresso Nacional. Quando a passeata esteve em frente ao Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, o Acordo Coletivo Especial – ACE foi simbolicamente enterrado, projeto este que tentava trocar as garantias legais por acordos que permitiriam abusos à classe trabalhadora.

SINDSRAUL presente!

O SINDSRAUL participou da marcha, enviamos a Brasília cinco militantes que com muito orgulho carregaram a faixa da nossa entidade, mostrando que o SINDSRAUL, além de lutar pelos servidores municipais de Raul Soares esta integrado também com a luta de diversos sindicatos de todo o Brasil e não mede esforços para contribuir com a unidade dos trabalhadores de um modo geral. 



Trabalhadores do Campo
“A marcha demonstra que os trabalhadores já não se enganam com as notícias da grande mídia e com as falsas estatísticas do governo sobre o desenvolvimento do país. São várias as bandeiras apresentadas aqui. E todas elas com um posicionamento classista”, declarou Élio Neves, da Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo (Ferasp). 
 Quatro presos
A luta pelo o “fora Feliciano”, deputado homofóbico que preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) Federal, não foi esquecida. Diante do Congresso Nacional foi realizado um beijaço contra o deputado, promovido pela Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (Anel). Porém, quatro ativistas foram detidos quando tentavam colocar uma faixa pedindo a saída do deputado em um dos espaços do Congresso. Neste momento, advogados das centrais sindicais estão acompanhando o depoimento dos ativistas junto à polícia.

Luta da educação
A marcha registrou uma importante participação dos professores estaduais, como a dos professores da rede estadual de São Paulo. A categoria entrou em greve na última sexta-feira, reivindicando a reposição salarial 36.74%, que são as perdas desde 1998.
Belo Monte presente!
Também estiveram presentes na Marcha um grupo de operários que fizeram parte da última greve da Usina Hidroelétrica de Belo Monte. Mais de dois mil foram demitidos durante a mobilização realizada pelo setor. “Viemos aqui pra denunciar a vergonha que é a situação de Belo Monte. A gente não pode nem reclamar que somos reprimidos pela Força de Segurança nacional. É pior que a ditadura. Trabalhamos com um fuzil apontado pra nossas cabeças”, diz Edvaldo Gonçalves, que trabalhou nas obras da usina até ser demitido em abril.
 Avançar na Unidade
“Aqui é um espaço de unidade de ação que mostra que neste país existe luta de classes. Mostra que as entidades sindicais possuem princípios, independência e autonomia. É uma vitória política simbolizada pela compreensão da unidade na luta pelo piso salarial, contra o ACE e pela anulação da reforma da Previdência”, avaliou Rejane de Oliveira, da CUT Pode Mais.


Reuniões e novos protestos
Mas as atividades em Brasília continuaram durante a tarde do dia 24, com reuniões com governo e visita ao Congresso Nacional para levar as reivindicações dos trabalhadores.
A CSP-Conlutas se dirigiu para um encontro com a Secretaria Geral da Presidência da República, junto com uma comissão de entidades que participaram da marcha.
Entre elas, foi realizada uma Audiência no MEC (Ministério da Educação) com o CPERS-Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores em Educação-RS). Todos os setores da educação (ANDES-SN, Anel, Fasubra, Sinasefe) também foram para o MEC, pedir audiência com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, sobre o encaminhamento concreto das demandas do setor (10% PIB para Educação, revogação da EBSERH (privatização dos hospitais universitários), piso nacional dos professores e 1/3 no salário de atividade extraclasse).
Os servidores públicos federais foram até o Ministério do Planejamento (Bloco K) para cobrar audiência sobre as reivindicações do setor, que está em campanha salarial.
Já os setores ligados à luta contra o machismo, o racismo e a homofobia, fizeram um protesto contra a presença do pastor Marcos Feliciano à frente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Entidades organizadoras

Além da CSP-Conlutas, compõem a organização da Marcha as seguintes entidades e organizações: ANDES-SN, A CUT Pode Mais (corrente que integra a CUT), CNTA (Confederação Nacional de Trabalhadores da Alimentação), Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas), Condsef (Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais), Cpers (Centro dos Professores Do Estado Do Rio Grande Do Sul), MST, Feraesp (Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo), Admap (Associação Democrática dos Aposentados e Pensionistas), Anel (Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre), assim como entidades de movimento populares, entre outras.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Contagem regressiva rumo a Brasília: caravanas começam a sair dos estados

Na terça-feira (23) a maioria das caravanas sairá dos estados de origem rumo a Brasília para marcha que ocorre nesta quarta-feira (24). A Marcha sairá do Estádio Mané Garrincha às 9h até o Palácio do Planalto e Congresso Nacional, num trajeto de aproximadamente cinco quilômetros.

Em São Paulo, até o momento, 71 ônibus vão sair de todo o estado e  capital. A caravana do Rio de Janeiro contará com 26 ônibus. Minas Gerais está organizando 30 ônibus e Rio Grande do Sul 15. Todos os ônibus estão com a capacidade máxima de lotação.

Com isso, as entidades organizadoras esperam reunir até 20 mil trabalhadores.

Petroleiros, trabalhadores sem terra, bancários, metalúrgicos, operários da construção civil e pesada, professores do ensino médio e fundamental e de universidades, servidores públicos, estudantes, movimento popular e muitas outras categorias. Todos vão denunciar nas ruas de Brasília o ACE (Acordo Coletivo Especial), proposta que permite a livre negociação de direitos trabalhistas entre sindicatos e empresas, abrindo caminho para a retirada de conquistas históricas previstas na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

Também vão cobrar a anulação da reforma da previdência aprovada com dinheiro do mensalão; o fim do fator previdenciário sem a aplicação da fórmula 85/95 que também prejudica as aposentadorias; assim como moradia digna contra as remoções provocadas pelas obras da Copa.

 Beijaço pedirá Fora Feliciano – A saída do deputado federal Marco Feliciano da presidência  da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara também não será esquecida pela Marcha. A entidade ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes Livre) e a juventude que estarão presentes na manifestação farão um “ato-beijaço” durante a Marcha com o objetivo de exigir a saída de Marco Feliciano da direção da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

 A entidade já começou a preparar o ato-beijaço em Brasília por meio de uma campanha no Facebook (www.facebook.com/anelonline) sob o tema “O Brasil vai sair do armário”, fazendo um chamado na última terça-feira, 16, para que os estudantes brasileiros trocassem seus status de relacionamento para pessoas do mesmo sexo.

 Atividades - Além de percorrer as ruas do centro de Brasília na parte da manhã, à tarde haverá reuniões com órgãos do governo e visita ao Congresso Nacional para levar as reivindicações dos trabalhadores.

 Para o membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Paulo Barela, a política econômica do governo federal vem privilegiando cada vez mais os lucros das grandes empresas, dos bancos e do agronegócio. “A presidente já está em seu segundo mandato e até agora só privilegiou as grandes empresas e o agronegócio desse país. A consequência dessa política para os trabalhadores são a flexibilização de direitos, os ataques contínuos às aposentadorias, a superexploração e mortes de indígenas e trabalhadores rurais”, avalia o dirigente.

 Além da CSP-Conlutas compõem a organização da Marcha entidades e organizações entre as quais – A CUT Pode Mais (corrente que integra a CUT), CNTA (Confederação Nacional de Trabalhadores da Alimentação), Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas), Condsef (Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais), CPERS (Centro dos Professores Do Estado Do Rio Grande Do Sul), MST, Feraesp (Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo), ADMAP (Associação Democrática dos Aposentados e Pensionistas), ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre), assim como entidades de movimento populares e outras.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

CAMPANHA “10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA, JÁ!



 ACESSEM O SITE DA CSP-CONLUTAS E ASSINEM O ABAIXO-ASSINADO EM FAVOR DA EDUCAÇAO DE QUALIDADE EM NOSSO PAÍS!


10% do PIB para a Educação Pública, já! Por quê?

A educação é um direito fundamental. Pode ampliar a leitura de mundo e comprometer as pessoas com uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a luta dos trabalhadores na constituinte buscou assegurá-la como “direito de todos e dever do Estado”. No entanto, o Estado brasileiro não cumpre sua obrigação Constitucional.  O Brasil possui mais de 14 milhões de analfabetos totais e 29,5 milhões de analfabetos funcionais (PNAD/2009/IBGE) – cerca de um quarto da população está alijada de escolarização mínima. Esses analfabetos são basicamente provenientes de famílias de trabalhadores do campo e da cidade, notadamente negros e demais segmentos hiperexplorados da sociedade. As escolas públicas – da educação básica e superior –  estão sucateadas, os trabalhadores da educação sofrem inaceitável arrocho salarial e a assistência estudantil é localizada e pífia.

O Plano Nacional de Educação – Proposta da Sociedade Brasileira (1997), a partir de um diagnóstico da realidade educacional, indicou metas para a universalização do direito de todos à educação que implicavam um investimento público da ordem de 10% do PIB nacional. Naquele momento o Congresso Nacional aprovou 7%, percentual vetado pelo governo FHC e veto mantido pelo governo Lula da Silva. Hoje o Brasil aplica menos de 5% do PIB nacional em Educação. Passados 14 anos, a proposta do governo para o PNE em debate no Congresso Nacional define a meta de 7% do PIB para a Educação em… 2020!

Não podemos aceitar o argumento de que não há recursos. O pagamento da dívida pública, as isenções fiscais para o setor empresarial, o recurso público usado para a copa e as olimpíadas, o dinheiro público que se perde na corrupção… Há verba, é preciso reverter as prioridades, garantindo o investimento público na implementação dos direitos sociais universais.


Nós, SINDS-RAUL, manifestamos nosso apoio à campanha em defesa da aplicação imediata de 10% do PIB para a Educação Pública!

CAMPANHA “10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA, JÁ!     

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Como agir diante de um acidente no trabalho?


ART-86. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde e por motivo de acidente em serviço, a pedido ou ofício, com base em perícia médica realizada pelo órgão municipal competente.

ART-88. Para concessão de licença, considera-se acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor, relacionado com o exercício das atribuições de seu cargo.

Parágrafo único - Equipara-se ao acidente em serviço o dano:

I-                   Decorrente de agressão sofrida, e não provocada, pelo serviço no exercício de suas atribuições;
II-                Sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa
III-              Sofrido no percurso para o local de refeição ou de volta dele, no intervalo do trabalho: (horário de almoço).

Caso aconteça com você servidor público municipal, não há necessidade de pagar consulta particular, pois acidente em horário de serviço é responsabilidade da prefeitura, e seu chefe imediato tem que tomar as devidas providências para você ser atendido pelo órgão municipal de saúde competente, e você trabalhador, tem direito à licença remunerada durante o tempo definido pelo médico que realizou seu atendimento. 

 Fonte: Estatuto dos Servidores Públicos de Raul Soares


domingo, 31 de março de 2013

Raulsoarense Pedro Valadares Participa de Encontro Internacional de Sindicalismo e Luta na Europa

O auditório da Bolsa do Trabalho (casa dos sindicatos) em Saint Denis, nos arredores de Paris, ficou lotado durante o encontro sindical internacional realizado neste final de semana.

Os representantes de cerca de 30 países, de dezenas de organizações sindicais dos estados europeus, da América, África, Oriente Médio e Ásia cumpriram uma pesada agenda de discussões, que se estendeu por todo o sábado, sendo retomada no domingo, pela manhã até o início da tarde.

Durante o sábado foram realizadas três mesas de debate, coordenadas pelas organizações que convocaram o Encontro (Union Syndicale Solidaires, da França, Confederacion General del Trabajo, da Espanha e a CSP-Conlutas, do Brasil).

A primeira mesa teve como tema a crise do sistema capitalista, as respostas dos trabalhadores e como construir um sindicalismo alternativo e de base. O informe de abertura foi feito pelo representante da CGT, o companheiro Luis.

A segunda mesa tratou da relação dos movimentos sociais e o sindicalismo de luta, abarcando desde o tema da precarização do trabalho, até a opressão das mulheres, imigrantes entre outros. Foi coordenada pela representante de Solidaires, a companheira Anick Coupeé.

Já a terceira mesa tratou das propostas de campanhas e iniciativas comuns, sendo responsável por este informe o membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Dirceu Travesso, o Didi.

De acordo com o membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Sebatião Carlos, o Cacau, “as discussões foram muito ricas, expressando a diversidade das representações existentes e as experiências das organizações dos distintos países, com destaque para os estados europeus em que os trabalhadores estão à cabeça de mobilizações importantes neste momento e os países da região do Magreb, norte da África e Oriente Médio, região que vive um convulsionado processo de lutas, revoluções e guerra civil em alguns países”, disse.

Resoluções muito positivas para avançar no processo de integração e coordenação dos sindicatos alternativos: Surge a REDE SINDICAL INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE E LUTAS

O rico debate resultou na aprovação, por acordo da maioria dos presentes, de duas resoluções principais, que sintetizam o acúmulo existente entre as organizações até o momento.

A primeira, uma declaração que expressa os princípios gerais que motivam a unidade e a integração dos movimentos reunidos em Saint Denis, o tipo de sindicalismo que as entidades presentes defendem (de luta, democrático, independente dos governos e patrões, internacionalista) e que constituem a partir de agora a REDE SINDICAL INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE E LUTAS. Esta carta está aberta a novas adesões.

E a segunda, um manifesto a ser trabalhado pelas organizações no 1.º de maio, dia internacional de luta dos trabalhadores, que aponta um programa de enfrentamento aos efeitos da crise econômica e uma alternativa dos trabalhadores, o que passa pela defesa da suspensão do pagamento das dívidas externas, a defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários, do emprego e demais direitos sociais, a estatização dos sistemas financeiros, a internacionalização das lutas e o rechaço a todos os governos que aplicam os planos de austeridade e ataques aos trabalhadores e povos do mundo.

Defende ainda o manifesto o direito à autodeterminação dos povos, com destaque para a luta palestina e do povo sarauhi (Saara Ocidental), o rechaço a toda forma de opressão e preconceito, os direitos da juventude entre outras bandeiras.

Avançar na organização internacional

O Encontro significou ainda um passo adiante na organização de lutas comuns, definindo quatro campanhas como as centrais no próximo período.

A primeira, as lutas sindicais comuns contra a crise e suas consequências (demissões, precarização, ataques aos serviços públicos etc.). A segunda, a defesa dos direitos sindicais e de organização, a luta contra a criminalização dos movimentos sociais e a repressão antissindical. A terceira, desenvolver uma ação de solidariedade internacional ao povo palestino. E a quarta, a luta pela igualdade de direitos, que terá como centro a luta contra a opressão das mulheres.

Por fim, foram ainda dotados encaminhamentos para avançar nessa unidade nas lutas, dentre eles a manutenção da página na web criada para o encontro, que será modificada a partir da definição de lançamento da rede sindical internacional, uma primeira divisão de acompanhamento dos trabalhos setoriais e intercategorias e o funcionamento de uma coordenação, composta pelas centrais que convocaram o encontro e aberta às entidades interessadas, que se reunirá a cada seis meses.

Solidaires assumiu, de imediato, a organização de três setores profissionais: saúde, trabalhadores dos centros de comunicação – call centers – e transporte sobre trilhos. Para a CSP-Conlutas ficou indicada que assuma a coordenação dos setores da construção civil, automobilístico e metalurgia e o trabalho entre as mulheres.

Diversas reuniões setoriais ocorreram durante o encontro, dentre elas a do setor de educação, bastante ampla, além das também representativas como metalúrgicos, saúde, bancários, transportes, de organizações da juventude, dentre outras.
Fonte: Site da CSP-Conlutas


O SINDSRAUL parabeniza a comissão da CSP-Conlutas, principalmente o Amigo Pedro Valadares, nosso grande companheiro de lutas!